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No apagar das luzes da legislatura, Deputados e Senadores articulam aumento de sálarios. Saiba a fortuna que nos custam.

26/11/2014 - 14:05:27

Deputados e Senadores acham pouco e articulam aumento de sálarios.

Deputados federais e senadores começaram a articular um reajuste salarial para 2015, pegando carona no projeto enviado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para reajustar os vencimentos dos seus ministros para R$ 35,9 mil mensais. Atualmente, os parlamentares recebem o mesmo que os ministros do STF, R$ 26,7 mil, valor máximo permitido pela Constituição para remunerar servidores públicos.


O quarto secretário da Câmara, deputado Antonio Carlos Biffi (PT-MS), é um dos mais afoitos articuladores do auto-aumento. Ele informou que a Mesa Diretora da Câmara tratará do assunto nas próximas semanas para que o aumento passe a valer já a partir de 2015.


O relator do orçamento 2015, senador Romero Jucá (PMDB-RR), disse não ter informações sobre a possibilidade de reajuste. Mas não é verdade, ele sabe, sim, mas decidiu manter-se calado para não ampliar o próprio desgaste, na semana em que deu a cara para defender o indefensável: a revogação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), um dos mais duros golpes no que resta de credibilidade ao Brasil no mercado internacional. (Clique aqui para ler o editorial doDiário do Poder sobre esse assunto).


Ao contrário dos ministros do STF, que apenas recebem seus vencimentos líquidos mensais, os deputados federais e senadores recebem uma verdadeira fortuna,por meio de remunerações indiretas, privilégios e regalias.



CADA SENADOR RECEBE:


Subsídio mensal


R$ 26.512,09. Além dos 12 salários por ano e do 13º, cada senador recebe o mesmo valor no início e no final de cada sessão legislativa, ou seja, 14º e 15º salários.


Funcionários


Cada gabinete tem direito à contratação de 11 profissionais, sendo seis assessores parlamentares e cinco secretários parlamentares.
Um assessor parlamentar ganha R$ 8 mil brutos e um secretário, 85% desse valor.


Verba Indenizatória


R$ 15 mil. Recursos para uso em gastos nos estados, com aluguel, gasolina, alimentação.


Auxílio-moradia


R$ 3.800. Têm direito os senadores que não moram em apartamentos funcionais. o em Brasília.


Cota postal


A cota postal varia segundo o número de eleitores do estado. O senador do estado menos populoso (AP), em termos de número de eleitores, tem direito a uma cota de R$ 4 mil/mês. Um senador do estado mais populoso (SP) tem direito a usar até R$ 60 mil/mês. O pagamento da postagem é feito diretamente pelo Senado aos Correios, mediante comprovação da postagem, não havendo repasse de recursos.


Cota telefônica


Cada senador tem direito a R$ 500 mensais.


Passagens aéreas


Verba variável, dependendo do estado pelo qual o senador foi eleito. O valor mínimo é de R$ 4,3 mil (para os eleitos pelo Distrito Federal) e máximo de R$ 16 mil, para os do Acre.


Combustível


Todo senador tem direito a 25 litros de combustível por dia.


Gráfica


Cada senador tem direito a uma cota de serviços gráficos, na Gráfica do Senado, para material estritamente relativo à atividade parlamentar, de R$ 8.500 por ano.


Jornais e revistas


Nos dias úteis, cada senador recebe cinco publicações, entre jornais e revistas.


CADA DEPUTADO FEDERAL RECEBE:


Subsídio mensal


R$ 26.500. Além dos 12 salários por ano e do 13º, cada deputado recebe o mesmo valor no início e no final de cada sessão legislativa, ou seja, 14º e 15º salários.


Verba de gabinete


R$ 60 mil, Verba destinada ao pagamento dos funcionários de gabinete. Cada deputado tem direito a empregar de 5 a 25 pessoas em seu gabinete, mas com salários que não ultrapassem o somatório da verba e que não sejam inferiores ao mínimo.


Verba indenizatória


R$ 15 mil. Recursos para uso em gastos nos estados, com aluguel, gasolina, alimentação.


Auxílio-moradia


R$ 3 mil. Têm direito os deputados que não moram em apartamentos funcionais.


Cota postal e telefônica


R$ 4.2687,55 para deputados, e R$ 5.513,09 para líderes e vice-líderes da Câmara, presidentes e vice-presidentes de comissões permanentes da Casa. A cota é mensal, mas, se não utilizada naquele mês, acumula para o seguinte.


Passagens aéreas


Verba variável, dependendo do estado pelo qual o deputado foi eleito. O valor mínimo é de R$ 4,3 mil (para os deputados eleitos pelo Distrito Federal) e máximo de R$ 16 mil, para os do Acre.


Gráfica


Cota de R$ 6 mil.


Jornais e revistas


Nos dias úteis, cada deputado recebe cinco publicações, entre jornais e revistas.

 

 

Foto: Gustavo Lima/ Agência Câmara

 

Fonte: diario do poder

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